Encontro da Red Sudamericana de Danza

Seminário Economia da Dança Dance Economy Seminar
3/11 seg mon a 5/11 qua wed
auditório do BNDES

Paralelamente à programação de espetáculos, visit this pharmacy oficinas e residências, recipe here esta edição do festival abre um importante e inédito espaço para pensar e discutir as questões ligadas à produção de dança no Brasil: o Seminário Economia da Dança. Com apoio do BNDES e do Sebrae, traz convidados nacionais e internacionais que debaterão temas urgentes como a situação das políticas públicas e dos financiamentos e o papel da universidade na formação do profissional. O Seminário Economia da Dança, que será realizado entre os dias 3 e 5 de novembro, no auditório do BNDES, trabalhará com três painéis e 12 grupos de trabalho. Os painéis são abertos e a capacidade do auditório é de 400 lugares; já cada grupo de trabalho comporta 12 vagas e a inscrição pode ser feita pelo e-mail seminario@panoramafestival.com. Ao final do seminário será criado um blog que disponibilizará documentos, planilhas, estudos de caso e textos apresentados nos três dias do encontro. A seguir, os temas dos debates:

Simultaneously to the program of shows, workshops and residencies, this edition of the festival opens an important and unprecedented space for thinking and discussing issues related to dance production in Brazil: the Dance Economy Seminar. With the support of BNDES and Sebrae, Panorama brings together national and international guests who will discuss urgent themes such as the situation of public policies and financing and role of Universities in professional training. The Dance Economy Seminar will take place from November 3 to 5 in the BNDES auditorium and will work through three panels and 12 workgroups.
The panels will be open to the public and the auditorium has 400 seats; the work groups will hold up to 12 participants each and the submissions can be sent to seminario@panoramafestival.com. Documents, spreedsheets, case studies and texts presented during the three day meeting will be available in a blog, which will be created at the end of the seminar.

03/11 seg
Credenciamento 9h
Abertura e boas-vindas 9h30

Painel 1
10h – 14h Dançando com os Pés no Chão: Implicações de uma Economia da Dança. Neste encontro, especialistas brasileiros e internacionais darão um panorama do conceito de economia da cultura, das possibilidades de se pensar uma economia da dança e as perspectivas de uma política ampla para a dança profissional no Brasil.

Mesa
| Patrícia Vieira (RJ) – BNDES – Gerente do Departamento de Economia da Cultura.
| Helena Katz (SP) – professora do Programa em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, onde também coordena o Centro de Estudos do Corpo, crítica de dança do jornal O Estado de São Paulo.
| Paulo Brum Ferreira (Minc) – Assessor Especial do Ministro da Cultura
| Heliana Marinho – Gerente de Economia Criativa do SEBRAE/RJ
| Mediação – Nayse Lopez

GRUPOS DE TRABALHO

15h – 18h GT 1 Dançando em números. Saber a situação das políticas públicas atuais a níveis nacional, estadual e local, saber números de mercado e financiamento, empregos gerados, publico atingido é o primeiro passo para reinvidicar. Quais são as estratégias para a obtenção e utilização destes dados? Como agregar acadêmicos, artistas, gestores e representantes de classe numa atuação conjunta para o desenvolvimento de um mapeamento da produção?

15h – 18h GT 2 Quem nos representa. Quais as ferramentas de uma representação de classe e interlocução nacional? O que fazem os sindicatos? Quem eles representam? Como a dança pode se estruturar em entidades representativas?

15h – 18h GT 3 Financiamento e editais. Quais são as alternativas de financiamento hoje para o profissional? Quais as questões do processo de editais públicos e como podemos sugerir avanços na política de financiamento da dança em vários níveis governamentais? As leis atuais são inadequadas às especificidades artísticas?

15h – 18h GT 4 O papel da universidade. Novos cursos, novas habilitações e centenas de novos profissionais todos os anos. Como está estruturado este importante setor da economia da dança? Como a universidade pode atuar no estabelecimento de políticas e sistematização de dados que ajudem a entender o setor e dar diretrizes aos órgãos responsáveis no governo e empresas fomentadoras?

04/11 ter
Painel 2
9h30 – 12h30 Quem tem direitos tem deveres botando a mão na massa. É papel dos artistas e da classe de dança reivindicar melhores políticas e programas na área. Mas com grande parte da sua atividade na informalidade, é frágil a posição da dança ao pedir para que se cumpram as políticas e leis, mas não conseguir cumprir suas obrigações legais. Mas como se tornar formal num mercado incerto? Neste painel, especialistas vão introduzir questões sobre os dispositivos existentes, com exemplos de casos que funcionaram e também sobre formas de organização para companhias, profissionais e eventos.

Mesa
| Carla Lobo (MG) idealizadora do FID – Fórum Internacional de Dança de Belo Horizonte desde 1996, do qual é diretora executiva. Atuou em vários projetos como produtora executiva e coordenadora de produção.
| Luiz Amorim (SP)  -  Ator e diretor, foi presidente da Cooperativa Paulista de Teatro por cinco gestões. Participou de vários conselhos municipais e estaduais em São Paulo e trabalhou na elaboração das leis Municipal de Incentivo a Cultura e Rouanet.
| Vera Bicalho (GO) – graduada em Psicologia pela Universidade Católica de Goiás. Fundou a Quasar Companhia de Dança, em 1988, da qual é diretora executiva e de produção. Dirige a Associação Quasares.
| Rodrigo Otavio Brants (SEBRAE) – Gerente de Articulação da Cidade do Rio de Janeiro
| Maria das Graças Cruz da Silva (SEBRAE) – Analista do SEBRAE/RJ
| Mediador – Marcos Moraes

GRUPOS DE TRABALHO

14h – 17h GT 1 Kit básico. Quais as principais ferramentas para ser um profissional, com exemplos práticos e noções orçamentárias sobre o custo e impacto da legalização e saída da informalidade. Quais os principais desafios encontrados na pratica diária do profissional de dança no que diz respeito aos órgãos de governo. Benefícios que o profissional de dança pode ter ao se legalizar. Este GT deve elaborar um documento para tirar duvidas da classe junto aos especialistas. Este FAQ será disponibilizado na internet.

14h – 17h GT 2 Danço, logo existo. Documentar o que se faz, produzir relatórios consistentes, organizar resultados anuais tornando visível o fazer artístico é parte do trabalho do artista da dança, como de qualquer outro profissional. Como estruturar sua atividade como uma cadeia de
profissionais, projetos e resultados artísticos?

14h – 17h GT 3 Quanto vale o show? Como se calcula um cachê de um espetáculo? E os salários dos bailarinos e profissionais envolvidos numa montagem? Como pensar nisso dentro da legalidade das leis, dos padrões dos patrocínios, e manter níveis de pagamento condizentes com a realidade de vida dos profissionais? O quando se deve investir no seu próprio trabalho? Como equacionar a atividade econômica de um artista?

14h – 17h GT 4 Planilhas e sapatilhas. A maioria dos artistas que tem êxito em seus projetos artísticos durante anos ainda não conseguem sobreviver apenas de sua atividade criativa. Até que ponto as possibilidades de apresentação e de apoio foram perdidas por falta de capacitação para gerir e administrar os projetos? Como e manter gestores em dança? Da mesma forma que técnicas coreográficas são desenvolvidas por treino, técnicas organizacionais e administrativas são fundamentais para a gestão de um projeto cultural. Não existem fórmulas fixas para a gestão de atividade coreográfica, mas o conhecimento técnico é fundamental. Neste GT administradores falarão sobre as ferramentas mais utilizadas e formas de organização que deram certo.

05/11 qua
Painel 3
9h30 – 12h30 Já Estamos Atrasados Para 2010. Num contexto de constantes mudanças – atrasos e
cancelamentos de editais públicos e privados, além da concentração das atividades em dança contemporânea causando muita concorrência nas grandes cidades do país e raros apoios para manutenção – a sustentabilidade de companhias e artistas independentes depende fundamentalmente de projetos de montagem, coproduções e turnês internacionais, além de trabalhos educativos, pesquisa e atividades em contexto educacional. Uma análise da situação atual do mercado de trabalho brasileiro e internacional e das estratégias de desenvolvimento possíveis para a dança brasileira.

Mesa
| Natacha Melo (Uruguai) – Bailarina e professora de dança contemporânea. Em 2000, promoveu a organização da Red Sudamericana de Danza, projeto de intercâmbio e acordos de cooperação internacional para o desenvolvimento da dança e a integração cultural da região.
| Tiago Bartolomeu Costa (Portugal) – é crítico de artes performativas, sediado em Lisboa/Portugal, colaborando de diversas publicações européias e sul-americanas. Criou, em Janeiro 2007, a Obscena, revista de artes performativas, da qual é diretor.
| Panaibra Gabriel (Moçambique) – Em 1998 criou a CulturArte, onde desenvolve vários projetos artísticos, incluindo projetos criativos e de treinamento. Além de bailarino, coreógrafo e professor, Panaíbra tem desenvolvido colaboração com artistas sul-africanos.
| Thereza Rocha -  Doutoranda em Artes Cênicas pela UNIRIO, professora dos cursos de dança e teatro da UniverCidade, colunista do portal idança.net.
| Carlos Cavalcante (SEBRAE) – Especialista em Programas e Projetos Culturais
| Mediador – Eduardo Bonito

GRUPOS DE TRABALHO

14h -17 GT 1 Dança em contextos sócio-educacionais. Um dos mais promissores mercados de trabalho para profissionais da dança no Brasil está nos projetos sociais e educacionais. A educação pelo movimento e a dança como ferramenta de transformação social são contrapartidas possíveis e muitas vezes obrigatórias. Mas como se forma um profissional capacitado para atuar nestes contextos?

14h – 17h GT 2 Em rede é mais fácil. No momento a maior parte da produção e circulação de dança contemporânea nacional depende de apoios governamentais municipais, estaduais e federais, sobretudo através de leis de incentivo. Mas iniciativas de indivíduos, coletivos e redes se tornam fundamentais para um aproveitamento da produção e otimização de recursos, espaços e pessoal. E estratégias independentes
de produção podem acessar fundos internacionais e interdisciplinares. Neste GT, participantes de redes e
coletivos falarão sobre como se beneficiam da experiência do trabalho em rede e mostrarão casos de sucesso de novos formatos de produção.

14h – 17h GT 3 Dançando em outras terras. Apesar da falta de apoio e articulações institucionais diversos artistas vão conseguindo abrir espaços em outros países, ajudados pela boa receptividade à cultura brasileira e o interesse despertado pelo Brasil. Como articular e construir essas possibilidades de intercâmbio e abertura de mercados internacionais? Convidados e relator a definir.

14h – 17h GT 4 a definir, em função de temáticas surgidas durante os dois primeiros dias do Seminário.

• Será criado um blog do seminário, onde serão disponibilizados os documentos, planilhas, estudos de
caso e textos apresentados.

Serão Relatores dos Grupos de Trabalho:
| Andrea Bardawil CE – coreógrafa e coordenadora artístico pedagógica da Bienal Internacional de Dança.
| Uxa Xavier SP – Artista da dança. Coordena o NaDança. Integra a equipe de coordenação do projeto Dança
Vocacional. Secretária Municipal de Cultura de São Paulo.
| Roberta Ramos PE – membro do conselho editorial do Idança; coordenadora do Projeto Recordança.

Os grupos de trabalho também terão relatores convidados pelo SEBRAE.
| Elizabeth Finger (PR) – dedica- se à pesquisa e criação no campo da dança e da arte contemporânea. Faz parte do Coletivo Couve-Flor mini-comunidade artística mundial.
Os Grupos de Trabalho também terão relatores convidados pelo SEBRAE. São eles:
| Osvaldo José Ramalho Giolito  –  Consultor do SEBRAE/RJ e Instituto Idéias
| Ana Fortes – Consultor do SEBRAE/RJ e Instituto Idéias
| Pérola Akerman – Consultor do SEBRAE/RJ
| Rogério Gimba – Consultor do SEBRAE/RJ
Seminário Economia da Dança Dance Economy Seminar
3/11 seg mon a 5/11 qua wed
auditório do BNDES

Paralelamente à programação de espetáculos, viagra approved oficinas e residências, unhealthy esta edição do festival abre um importante e inédito espaço para pensar e discutir as questões ligadas à produção de dança no Brasil: o Seminário Economia da Dança. Com apoio do BNDES e do Sebrae, traz convidados nacionais e internacionais que debaterão temas urgentes como a situação das políticas públicas e dos financiamentos e o papel da universidade na formação do profissional. O Seminário Economia da Dança, que será realizado entre os dias 3 e 5 de novembro, no auditório do BNDES, trabalhará com três painéis e 12 grupos de trabalho. Os painéis são abertos e a capacidade do auditório é de 400 lugares; já cada grupo de trabalho comporta 12 vagas e a inscrição pode ser feita pelo e-mail seminario@panoramafestival.com. Ao final do seminário será criado um blog que disponibilizará documentos, planilhas, estudos de caso e textos apresentados nos três dias do encontro. A seguir, os temas dos debates:

Simultaneously to the program of shows, workshops and residencies, this edition of the festival opens an important and unprecedented space for thinking and discussing issues related to dance production in Brazil: the Dance Economy Seminar. With the support of BNDES and Sebrae, Panorama brings together national and international guests who will discuss urgent themes such as the situation of public policies and financing and role of Universities in professional training. The Dance Economy Seminar will take place from November 3 to 5 in the BNDES auditorium and will work through three panels and 12 workgroups.
The panels will be open to the public and the auditorium has 400 seats; the work groups will hold up to 12 participants each and the submissions can be sent to seminario@panoramafestival.com. Documents, spreedsheets, case studies and texts presented during the three day meeting will be available in a blog, which will be created at the end of the seminar.

03/11 seg
Credenciamento 9h
Abertura e boas-vindas 9h30

Painel 1
10h – 14h Dançando com os Pés no Chão: Implicações de uma Economia da Dança. Neste encontro, especialistas brasileiros e internacionais darão um panorama do conceito de economia da cultura, das possibilidades de se pensar uma economia da dança e as perspectivas de uma política ampla para a dança profissional no Brasil.

Mesa
| Patrícia Vieira (RJ) – BNDES – Gerente do Departamento de Economia da Cultura.
| Helena Katz (SP) – professora do Programa em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, onde também coordena o Centro de Estudos do Corpo, crítica de dança do jornal O Estado de São Paulo.
| Paulo Brum Ferreira (Minc) – Assessor Especial do Ministro da Cultura
| Heliana Marinho – Gerente de Economia Criativa do SEBRAE/RJ
| Mediação – Nayse Lopez

GRUPOS DE TRABALHO

15h – 18h GT 1 Dançando em números. Saber a situação das políticas públicas atuais a níveis nacional, estadual e local, saber números de mercado e financiamento, empregos gerados, publico atingido é o primeiro passo para reinvidicar. Quais são as estratégias para a obtenção e utilização destes dados? Como agregar acadêmicos, artistas, gestores e representantes de classe numa atuação conjunta para o desenvolvimento de um mapeamento da produção?

15h – 18h GT 2 Quem nos representa. Quais as ferramentas de uma representação de classe e interlocução nacional? O que fazem os sindicatos? Quem eles representam? Como a dança pode se estruturar em entidades representativas?

15h – 18h GT 3 Financiamento e editais. Quais são as alternativas de financiamento hoje para o profissional? Quais as questões do processo de editais públicos e como podemos sugerir avanços na política de financiamento da dança em vários níveis governamentais? As leis atuais são inadequadas às especificidades artísticas?

15h – 18h GT 4 O papel da universidade. Novos cursos, novas habilitações e centenas de novos profissionais todos os anos. Como está estruturado este importante setor da economia da dança? Como a universidade pode atuar no estabelecimento de políticas e sistematização de dados que ajudem a entender o setor e dar diretrizes aos órgãos responsáveis no governo e empresas fomentadoras?

04/11 ter
Painel 2
9h30 – 12h30 Quem tem direitos tem deveres botando a mão na massa. É papel dos artistas e da classe de dança reivindicar melhores políticas e programas na área. Mas com grande parte da sua atividade na informalidade, é frágil a posição da dança ao pedir para que se cumpram as políticas e leis, mas não conseguir cumprir suas obrigações legais. Mas como se tornar formal num mercado incerto? Neste painel, especialistas vão introduzir questões sobre os dispositivos existentes, com exemplos de casos que funcionaram e também sobre formas de organização para companhias, profissionais e eventos.

Mesa
| Carla Lobo (MG) idealizadora do FID – Fórum Internacional de Dança de Belo Horizonte desde 1996, do qual é diretora executiva. Atuou em vários projetos como produtora executiva e coordenadora de produção.
| Luiz Amorim (SP)  -  Ator e diretor, foi presidente da Cooperativa Paulista de Teatro por cinco gestões. Participou de vários conselhos municipais e estaduais em São Paulo e trabalhou na elaboração das leis Municipal de Incentivo a Cultura e Rouanet.
| Vera Bicalho (GO) – graduada em Psicologia pela Universidade Católica de Goiás. Fundou a Quasar Companhia de Dança, em 1988, da qual é diretora executiva e de produção. Dirige a Associação Quasares.
| Rodrigo Otavio Brants (SEBRAE) – Gerente de Articulação da Cidade do Rio de Janeiro
| Maria das Graças Cruz da Silva (SEBRAE) – Analista do SEBRAE/RJ
| Mediador – Marcos Moraes

GRUPOS DE TRABALHO

14h – 17h GT 1 Kit básico. Quais as principais ferramentas para ser um profissional, com exemplos práticos e noções orçamentárias sobre o custo e impacto da legalização e saída da informalidade. Quais os principais desafios encontrados na pratica diária do profissional de dança no que diz respeito aos órgãos de governo. Benefícios que o profissional de dança pode ter ao se legalizar. Este GT deve elaborar um documento para tirar duvidas da classe junto aos especialistas. Este FAQ será disponibilizado na internet.

14h – 17h GT 2 Danço, logo existo. Documentar o que se faz, produzir relatórios consistentes, organizar resultados anuais tornando visível o fazer artístico é parte do trabalho do artista da dança, como de qualquer outro profissional. Como estruturar sua atividade como uma cadeia de
profissionais, projetos e resultados artísticos?

14h – 17h GT 3 Quanto vale o show? Como se calcula um cachê de um espetáculo? E os salários dos bailarinos e profissionais envolvidos numa montagem? Como pensar nisso dentro da legalidade das leis, dos padrões dos patrocínios, e manter níveis de pagamento condizentes com a realidade de vida dos profissionais? O quando se deve investir no seu próprio trabalho? Como equacionar a atividade econômica de um artista?

14h – 17h GT 4 Planilhas e sapatilhas. A maioria dos artistas que tem êxito em seus projetos artísticos durante anos ainda não conseguem sobreviver apenas de sua atividade criativa. Até que ponto as possibilidades de apresentação e de apoio foram perdidas por falta de capacitação para gerir e administrar os projetos? Como e manter gestores em dança? Da mesma forma que técnicas coreográficas são desenvolvidas por treino, técnicas organizacionais e administrativas são fundamentais para a gestão de um projeto cultural. Não existem fórmulas fixas para a gestão de atividade coreográfica, mas o conhecimento técnico é fundamental. Neste GT administradores falarão sobre as ferramentas mais utilizadas e formas de organização que deram certo.

05/11 qua
Painel 3
9h30 – 12h30 Já Estamos Atrasados Para 2010. Num contexto de constantes mudanças – atrasos e
cancelamentos de editais públicos e privados, além da concentração das atividades em dança contemporânea causando muita concorrência nas grandes cidades do país e raros apoios para manutenção – a sustentabilidade de companhias e artistas independentes depende fundamentalmente de projetos de montagem, coproduções e turnês internacionais, além de trabalhos educativos, pesquisa e atividades em contexto educacional. Uma análise da situação atual do mercado de trabalho brasileiro e internacional e das estratégias de desenvolvimento possíveis para a dança brasileira.

Mesa
| Natacha Melo (Uruguai) – Bailarina e professora de dança contemporânea. Em 2000, promoveu a organização da Red Sudamericana de Danza, projeto de intercâmbio e acordos de cooperação internacional para o desenvolvimento da dança e a integração cultural da região.
| Tiago Bartolomeu Costa (Portugal) – é crítico de artes performativas, sediado em Lisboa/Portugal, colaborando de diversas publicações européias e sul-americanas. Criou, em Janeiro 2007, a Obscena, revista de artes performativas, da qual é diretor.
| Panaibra Gabriel (Moçambique) – Em 1998 criou a CulturArte, onde desenvolve vários projetos artísticos, incluindo projetos criativos e de treinamento. Além de bailarino, coreógrafo e professor, Panaíbra tem desenvolvido colaboração com artistas sul-africanos.
| Thereza Rocha -  Doutoranda em Artes Cênicas pela UNIRIO, professora dos cursos de dança e teatro da UniverCidade, colunista do portal idança.net.
| Carlos Cavalcante (SEBRAE) – Especialista em Programas e Projetos Culturais
| Mediador – Eduardo Bonito

GRUPOS DE TRABALHO

14h -17 GT 1 Dança em contextos sócio-educacionais. Um dos mais promissores mercados de trabalho para profissionais da dança no Brasil está nos projetos sociais e educacionais. A educação pelo movimento e a dança como ferramenta de transformação social são contrapartidas possíveis e muitas vezes obrigatórias. Mas como se forma um profissional capacitado para atuar nestes contextos?

14h – 17h GT 2 Em rede é mais fácil. No momento a maior parte da produção e circulação de dança contemporânea nacional depende de apoios governamentais municipais, estaduais e federais, sobretudo através de leis de incentivo. Mas iniciativas de indivíduos, coletivos e redes se tornam fundamentais para um aproveitamento da produção e otimização de recursos, espaços e pessoal. E estratégias independentes
de produção podem acessar fundos internacionais e interdisciplinares. Neste GT, participantes de redes e
coletivos falarão sobre como se beneficiam da experiência do trabalho em rede e mostrarão casos de sucesso de novos formatos de produção.

14h – 17h GT 3 Dançando em outras terras. Apesar da falta de apoio e articulações institucionais diversos artistas vão conseguindo abrir espaços em outros países, ajudados pela boa receptividade à cultura brasileira e o interesse despertado pelo Brasil. Como articular e construir essas possibilidades de intercâmbio e abertura de mercados internacionais? Convidados e relator a definir.

14h – 17h GT 4 a definir, em função de temáticas surgidas durante os dois primeiros dias do Seminário.

• Será criado um blog do seminário, onde serão disponibilizados os documentos, planilhas, estudos de
caso e textos apresentados.

Serão Relatores dos Grupos de Trabalho:
| Andrea Bardawil CE – coreógrafa e coordenadora artístico pedagógica da Bienal Internacional de Dança.
| Uxa Xavier SP – Artista da dança. Coordena o NaDança. Integra a equipe de coordenação do projeto Dança
Vocacional. Secretária Municipal de Cultura de São Paulo.
| Roberta Ramos PE – membro do conselho editorial do Idança; coordenadora do Projeto Recordança.

Os grupos de trabalho também terão relatores convidados pelo SEBRAE.
| Elizabeth Finger (PR) – dedica- se à pesquisa e criação no campo da dança e da arte contemporânea. Faz parte do Coletivo Couve-Flor mini-comunidade artística mundial.
Os Grupos de Trabalho também terão relatores convidados pelo SEBRAE. São eles:
| Osvaldo José Ramalho Giolito  –  Consultor do SEBRAE/RJ e Instituto Idéias
| Ana Fortes – Consultor do SEBRAE/RJ e Instituto Idéias
| Pérola Akerman – Consultor do SEBRAE/RJ
| Rogério Gimba – Consultor do SEBRAE/RJ

Os ingressos para o Festival Panorama de Dança 2010 podem ser adquiridos nas bilheterias de cada teatro, visit this na bilheteria central do festival ou pela internet.
Bilheteria central
CAIXA Cultural

Avenida Almirante Barroso, stuff 25 sobreloja – Centro
De 02 a 17 de novembro, healing  de terça-feira a domingo, das 14h às 18h
Formas de pagamento: dinheiro e cartões de débito: Visa e MasterCard.
Estarão à venda os ingressos para os seguintes teatros:
Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto*
Espaço SESC mezanino
Teatro Angel Vianna (Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro)
Teatro Carlos Gomes*
Teatro João Caetano
CAIXA Cultural – Teatro Nelson Rodrigues
*Com exceção dos espetáculos do dia 14 de novembro (“Domingo a R$ 1”)
Descontos
Têm direito a 50% de desconto na compra do ingresso:

• Estudantes e idosos mediante comprovação
• Classe artística mediante apresentação das carteiras do SATED, SBAT e SINDICATO DOS BAILARINOS**
•Funcionários BNDES, Caixa Econômica Federal, Oi e Petrobras mediante apresentação dos seus respectivos crachás**
• Clientes CAIXA mediante apresentação do cartão de correntista da CAIXA**
• Clientes Petrobras mediante apresentação do cartão Petrobras**
– Têm direito a 30% de desconto na compra do ingresso:
– Clientes do Metrô Rio mediante apresentação do cartão de recarga do Metrô**
**Estes descontos são válidos APENAS nas bilheterias dos teatros e na bilheteria central do festival.
Venda pela internet*

Teatro João Caetano: www.ingresso.com.br
*Com exceção dos espetáculos do dia 14 de novembro (“Domingo a R$ 1”)
Nas compras realizadas pela internet só é válido o desconto para estudantes e idosos e a comprovação deve ser apresentada na portaria do teatro.
CALLCENTER Ticketronic: (21) 3344-5500 (Rio de Janeiro) atendimento de segunda a sexta das 8h às 20h e sábado das 8h às 18h. (15 % de taxa administrativa). Consulte outros pontos de vendas no site Ticketronic.

Foi realizado em 2007 durante o Festival Panorama, information pills o 6º Encontro da RSD – Red Sudamericana de Danza, sick a mais importante organização de dança independente do continente, click com a participação de aproximadamente trinta profissionais vindos de Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Peru, Bolívia, Equador, Venezuela, Colômbia, Brasil, México e Costa Rica. Ao longo de cinco dias, a RSD participou de discussões, grupos de trabalho e debates públicos com a comunidade de dança carioca, representando mais um passo no estreitamento dos laços entre os atores da dança latino-americana.

A RSD é uma organização criada em 2001 com o objetivo de estimular o intercâmbio de experiências em torno da dança na América Latina, através do trabalho em rede. Já organizou numerosos encontros regionais, participou de mais de 50 atividades associadas e criou uma plataforma virtual (www.movimiento.org), em associação com o idanca.net e a Associação Cultural Panorama, por meio da qual divulga notícias da rede, convocatórias, agenda de eventos, banco de dados, galeria de fotos e vídeos, artigos e fóruns de discussão.

O 6º Encontro da RSD – Red Sudamericana de Danza teve o apoio de Hivos (Holanda), MEC – Ministerio de Educación y Cultura (Uruguay), IAEM – Instituto de Artes Escénicas y Música (Venezuela), Instituto Universitario de Danza – Iudanza (Venezuela), Fundación Compania Nacional de Danza (Venezuela), DIRAC – Dirección de Asuntos Culturales del Ministerio de Relaciones Exteriores (Chile), Escuela Andanzas de la Pontificia Universidad Católica del Perú, 1, 2 na Dança (Brasil) e Grupo Senda (Argentina).

Saiba mais sobre a Red Sudamericana de Danza aqui.